Cena Contemporânea contra a seca de Brasília


Setembro começou com uma seca de lascar. Desejamos muito que chova logo, nós de Brasília. Mas setembro tem sido também o mês do Festival Cena Contemporânea. Este ano assisti a dois espetáculos apenas: Ivan e os Cachorros que conta com a direção de Fernando Villar (DF) e com o talentoso ator Eduardo Mossrim (SP). O outro espetáculo de teatro que assisti e que me impressionou muito foi a apresentação da Companhia Clowns de Shakespeare com a peça “Sua Incelença Ricardo III” que abriu com chave de ouro o Festival.
Na programação de shows da Praça do Museu da República, o show de abertura com Rita Ribeiro foi muito astral. Rita continua muito atual e seu trabalho agrada ao público de teatro. Surpresa para todos nós ocorreu no show de Célia Porto e Rênio Quintas. Os solos de piano de Rênio na abertura do show foram incríveis. Jazz da melhor qualidade. E a Célia deu seu recado nos agraciando com um repertório repleto de canções de amigos de Brasília, delícia de noite. Lembro que Rênio tem aparecido muito com sua atuação em defesa do parque Olhos dágua. E a Célia vem de dois anos de sucesso com a produção do show em homenagem ao saudoso Michael Jackson. Mas o show de encerramento do Festival com a diva Maria João de Portugal foi, como sempre, o ponto alto e o momento de encerramento do Festival Cena Contemporânea, edição 2011.

Se por dificuldade de agenda fomos ausentes nos teatros, compensamos com nossa freqüência assídua nos eventos que aconteceram no ponto de encontro no Museu da República. Prestigiamos até o final a programação das festas com DJs escolhidos a dedo, tais como: Criolina, Noções Unidas e Dj A de Brasília, Chico Correa da Paraíba, e principalmente Alfredo Bello, o Dj Tudo, que arrasou fazendo da noite de sexta dia 02 um momento de saudação e de clamor por chuva quando nos levou ao êxtase com a canção de Gero Camilo “ Vai Desabar Água”.

Era tarde e um vento forte soprou frio e úmido. Úmido isso mesmo, mas não encontrei muita gente que sentiu o que senti. Não sei se estava muito doido ou se realmente o Festival estava buscando melhorar nosso astral tentando nos trazer , além da enxurrada de talentos do Brasil e do mundo também, chuva. Se os índios Pele Vermelha fazem chover com dança, só faltou a chuva nos 13 dias especiais de muita dança ao ar livre, teatro e música. Salve o Cena! Que ele exista por muitos e muitos anos.

Para saber mais sobre o Festival acesse o site:http://www.cenacontemporanea.com.br
Para saber mais sobre o Dj Tudo acesse o site:http://www.myspace.com/djtudo

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